É tanto que não cabe nas palavras (dia dos pais)

Por Paty Juliani

A voz. O violão. A melodia.
A conversa. A palavra certa. A precisão da fala.
A compreensão.
A amizade dos amigos improváveis. A amizade de uma vida inteira.
O perdão daquilo que não se perdoa.
A benevolência.
O saber a que veio. O desencontro consigo mesmo.
O ouvido apurado.
O sonhar. O querer.
O cair. O levantar. O renascer.
O respeito.
O X salada. O vinho tinto.
A música italiana. A moda de viola. A marchinha de carnaval.
As histórias engraçadas.
Os Beatles.
A curiosidade quase que inocente. A ausência de julgamentos.
O reconhecimento.
A lágrima que escapa sem querer.
A simplicidade escancarada. A simplicidade escondida.
A semelhança com o pai. A semelhança com a neta.
O pai não só de seus filhos. O nome de Santo.
A alma livre. As prisões que se coloca.
A cabeça inquieta. As guitarras.
O desapego involuntário. O apego involuntário.
O socorro. A ajuda. O conforto.
O olhar apaixonado por suas meninas. O olhar apurado nas mulheres.
O bom gosto.
O medo da morte. O gosto pelas coisas da vida.
A gratidão.
A ausência de sono. O amor pela noite.
O suco de tomate. A romã madura.
A forte genética.
O esporte preferido. A caminhada.
O olhar atento.
A sabedoria. A ingenuidade.
A intuição. O santo forte.
A presença constante.
A música.
O coração!

Meu primeiro amor. Minhas melhores lembranças.
Meu melhor reflexo. Meu farol.
Meu tom maior. Meu ídolo.
Meu pai!

casamento 3 066

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